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CURSO DE
CHINÊS


Por que estudar Mandarim?

Estudar mandarim é pensar no futuro? Se levarmos em conta os números promissores da China, hoje a segunda maior potência econômica do mundo, perdendo somente para os Estados Unidos, sim, vale a pena ter a língua chinesa no currículo. Mas a vantagem não para por aí, já que o país, o mais populoso do planeta, com mais 1,3 bilhões de habitantes, segundo dados do Banco Mundial, influencia fortemente o mercado global, sendo atualmente responsável por, pelo menos, 60% da recuperação da economia mundial após a crise do sistema financeiro de 2008. Ainda conforme o Banco Mundial, até 2030, a China poderá se tornar a maior potência econômica do mundo se mantiver seu crescimento anual médio de 8% ao longo dos próximos vinte anos.

Atualmente há uma grande procura por profissionais que falam mandarim e a tendência é a de que a procura cresça ainda mais. Com a inserção cada vez maior da China na economia mundial, não há nenhuma empresa no mundo hoje que organize seus negócios sem levá-la em consideração. Portanto, ter o conhecimento da língua chinesa torna-se cada vez mais importante.

Como estudar Mandarim?

Uma característica básica do chinês: a língua escrita e a falada são independentes, a escrita usa símbolos e não há alfabeto, cada palavra tem sua pronúncia e um desenho como sua forma escrita. Isso pode ser uma dificuldade para nós, pois o alfabeto facilita o aprendizado de qualquer língua. Porém na chinesa alfabetos e métodos como pinyin (romanização adotada universalmente para estudo do mandarim) são incapaz de ser objetivo como os ideogramas, outro ponto que facilita no aprendizado é a ausência de conjugação verbal.

Uma boa maneira para aprender e válida para todos os idiomas; ler, ouvir, falar e escrever. Iniciando com mais básico, como dizer Ni Hao”(??) (Ni quer dizer você, Hao é bom).

Como dica, não tente traduzir as palavras e encontrar um sentido rapidamente. Identifique a ideia central, mas não tente compreender todo o significado. A forma como as ideias são expressas é um elemento muito importante no estudo chinês e isso se aprende com o tempo e prática.

Exames de proficiência em Mandarim

O Exame de Proficiência em Língua Chinesa, conhecido como HSK, é a certificação reconhecida pelo governo da República Popular da China e por todos os órgãos ligados à educação da China. Com ele é possível ingressar nas universidades chinesas para programas de intercâmbio, pós graduação, mestrado ou doutorado.

História da Língua

O termo “Mandarim” nasceu das relações comerciais entre portugueses e chineses no início do século XVII. Os comerciantes portugueses que aportavam nas cidades chinesas em busca de chá, seda e outros artigos exóticos, tratavam dos negócios com funcionários determinados pelo governo imperial da China. Os seus subordinados eram proibidos de entrar em contato com os forasteiros, e assim o comércio era, apenas, feito com os chineses que mandavam. Por isso, no Ocidente, o idioma utilizado por estes funcionários ficou conhecido como “mandarim”.

O mandarim possui oitenta mil caracteres, chamados de hanzis; porém, apenas, sete mil são mais usados.Em 1956, o mandarim tornou-se a língua nacional da China.Não existe uma identidade comum “mandarim” baseada no idioma; em vez disso, existem fortes identidades regionais, centradas em cada um dos dialetos individuais, devido à ampla distribuição geográfica e diversidade cultural de seus falantes. Deve-se ressaltar também que, apesar de seu uso difundido no Ocidente, a maior parte dos falantes nativos de mandarim são relutantes em reconhecer o termo mandarim para descrever o idioma, já que a palavra não reflete qualquer origem chinesa; em vez disso, costuma-se referi à língua simplesmente como ‘chinês padrão’.

Países onde o Mandarim é a língua oficial

Uma pesquisa nacional do Ministério da Educação da China mostrou que hoje em dia 94% dos chineses falam mandarim, a língua oficial do país, na China chamada de putonghua, e em Taiwan, Guoyu. Nada surpreendente para uma população que possui 55 minorias étnicas (10% da população em termos quantitativos), todas com línguas próprias.

 

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